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Câmpus do IFSC realizam ações de combate ao Aedes aegypti no Dia de Mobilização

INSTITUCIONAL Data de Publicação: 18 fev 2016 22:00 Data de Atualização: 07 fev 2018 08:55

 

O Dia Nacional de Mobilização da Educação contra o Zika, convocado pelo Ministério da Educação (MEC), movimentou o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) nesta sexta-feira (19). Palestras de orientação e vistorias foram realizadas em todos os câmpus e também na Reitoria. 

 

Para conscientizar alunos e servidores sobre a importância de se eliminar focos do mosquito Aedes aegypti, o Câmpus Criciúma promoveu uma série de ações. Foram exibidos filmes educativos sobre o zika vírus e feito um bate-papo sobre o mosquito Aedes aegypti. Após as atividades em sala de aula, os alunos do primeiro ano do curso técnico em Edificações promoveram uma ação de
limpeza no em torno do câmpus. Momento de colocar em prática tudo o que foi aprendido em sala de aula. “Eu sei identificar o mosquito porque já vi em minha casa. Esta semana mesmo a vigilância sanitária passou na minha rua para tentar identificar focos do mosquito”, explica o aluno Lucas de Andrade.

 

Giuseppe Cesconetto também ajudou na ação de limpeza. Ele conta que conhece uma menina que já pegou dengue. “A aula de hoje foi bastante esclarecedora. O que mais me chamou a atenção foi quando o professor fez um levantamento histórico sobre o combate a essas doenças e falou sobre a Revolta da Vacina”, conta.

 

No Câmpus São José, os servidores terceirizados assistiram a uma palestra com Maria Letícia, agente da vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de São José. Ela abordou a história do programa de combate à dengue no município, que desde 1999 atua no enfrentamento ao Aedes aegypti, o mosquito que transmite também o zika vírus e a febre chikungunya. A agente explicou como o município realiza as medidas de controle e deu informações sobre os sintomas das doenças e formas de tratamento, caso sejam identificadas infecções.

 

A palestra também abordou a melhor forma de combater a doença, que é eliminando os pontos de criação do mosquito. Segundo Maria, o mosquito pode se desenvolver em locais pouco prováveis. “Já foram encontradas larvas em casca de ovos ou maracujá jogados no chão, e até mesmo tampinhas de garrafa ou copos plásticos”, afirma.

 

Após a palestra, as agentes realizaram junto com os servidores uma vistoria para identificar possíveis locais de proliferação do mosquito. O Câmpus São José já tem instalado uma armadilha que recebe a visita de uma agente da vigilância epidemiológica uma vez por semana. 

 

No Câmpus Urupema, os alunos dos cursos superiores em Alimentos e em Viticultura e Enologia arrecadaram quase 200 quilos de lixo pela cidade, onde identificaram como possíveis criadouros do mosquito e deram a destinação correta aos materiais. Coletaram larvas que foram para análise e distribuíram panfletos nas casas e nas ruas com orientações sobre o mosquito. O câmpus contou com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde e de Agentes Comunitários de Saúde, que ministraram palestra aos alunos sobre como identificar possíveis focos e acompanharam toda a ação. No próximo dia de mobilização, 26 de fevereiro, os agentes comunitários de saúde de Urupema ministrarão uma palestra aos terceirizados para que eles também auxiliem nas vistorias.

 

O Câmpus Itajaí realizou a primeira vistoria nesta quinta-feira (18), a fim de identificar possíveis criadouros do mosquito. A atividade teve a parceria de uma profissional da Vigilância Epidemiológica que orientou o trabalho. Foram recolhidos diversos objetos, como copos descartáveis, garrafas plásticas, marmitas, plásticos e lonas, que estavam espalhados pelo terreno do câmpus.

 

O Câmpus Caçador promoveu uma palestra para os alunos do curso FIC Pronatec de Operador de Computador, no município de Frei Rogério. Foram abordados assuntos como a eliminação de possíveis criadouros do mosquito, doenças transmitidas e sintomas, além de formas de combate ao Aedes. Os alunos se comprometeram a multiplicar o conhecimento repassado para familiares e vizinhos, fazendo com que os avisos cheguem a um maior número de pessoas.

 

Os servidores da Reitoria se reuniram com a Comissão Zika Zero e receberam orientações para o combate ao Aedes aegypti. A servidora Roberta Cardoso, membro da comissão, destacou a importância da campanha para a prevenção de doenças e citou algumas formas de evitar a proliferação do mosquito como a limpeza de calhas e piscinas e os cuidados com vasos de plantas para evitar o acúmulo de água. A comissão frisou que todos os que frequentam os prédios do IFSC devem ficar atentos para identificar qualquer possibilidade de proliferação de larvas do Aedes aegypti, notificando o grupo responsável pela campanha sobre a situação.

 

Clique aqui e confira as orientações para combate ao mosquito.

 

Para ver mais fotos das ações realizadas no Dia Nacional de Mobilização da Educação contra o Zika, acesse a página do IFSC no Facebook.

 

Estão previstas mais duas datas de mobilização contra o mosquito: 26 de fevereiro e 4 de março.

 

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