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Equipe Zênite Solar recebe treinamento em técnicas de laminação

CÂMPUS FLORIANÓPOLIS-CONTINENTE Data de Publicação: 17 mai 2018 15:56 Data de Atualização: 17 mai 2018 16:07

A Equipe Zênite Solar, responsável pelo barco que participa todos os anos do Desafio Solar Brasil, recebeu um treinamento teórico e prático em técnicas de laminação. A oficina é um dos prêmios conquistados pelo time no Desafio Barracuda, promovido em 2017 pela empresa Barracuda Advanced Composites, quando a Zênite ficou com o primeiro lugar na categoria em que disputou.

Além do curso, a premiação incluiu um patrocínio de R$ 1,5 mil – valor válido pro um ano para compras de materiais na E-composites e uma coleção de livros do engenheiro Jorge Nasseh.

O curso de Laminação a Vácuo foi realizado no dia 15 de maio. Participaram do curso os alunos da Zênite Solar, professores e servidores do IFSC, convidados da equipe do Carro Solar do IFSC e da Vento Sul da UFSC – parceira do IFSC e que também participa do Desafio Solar Brasil. “Agradecemos muito o apoio e principalmente a oportunidade de aprendizado, que será muito útil para o desenvolvimento de futuros projetos da equipe”, disse o professor Flábio Bardemaker Batista, do Departamento Acadêmico de Eletrônica e coordenador da Zênite.

Sobre o Desafio Solar Brasil

O primeiro Desafio Solar Brasil, em 2009, caracterizou-se como o início de uma articulação internacional, pois se inspirou na Frisian Solar Challenge - atual Dong Energy Solar Challenge - competição realizada a cada dois anos na Holanda que se constitui no principal evento mundial para embarcações solares, durante o qual os participantes percorrem 220 quilômetros de canais das 11 cidades da região de Frísia, no norte do país.

A ideia de realizar a versão brasileira surgiu com a participação da equipe da Universidade Federal do Rio de Janeiro em uma edição da Frisian, em julho de 2008. O barco projetado e construído, batizado de Copacabana, completou as seis provas em quarto lugar da classe A, ficando em sétimo lugar na classificação geral entre 48 equipes europeias.

A equipe brasileira recebeu um prêmio de incentivo e o apoio dos anfitriões holandeses para a realização de um evento semelhante no Rio de Janeiro. O time voltou para o Brasil entusiasmado com a ideia e determinado a repetir o desafio aqui, organizando a primeira competição brasileira de barcos solares.

A equipe Zênite Solar fez sua primeira participação em 2013, quando não conseguiu completar as provas. Em 2014, o time formado por estudantes já passou para o terceiro lugar, e se sagrou campeão nas edições de 2015 e em 2016. Em 2017, a Zênite não conseguiu o pódio mas foi tricampeã do troféu Fernando Amorim, que premia o melhor projeto de inovação das equipes.

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