Professora participa como delegada da Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

EVENTOS Data de Publicação: 06 jul 2026 16:09 Data de Atualização: 06 jul 2026 17:16

A professora do Câmpus Gaspar Graciane Pereira participou, enquanto delegada de Santa Catarina, da  Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável,  realizada de 30 de junho a 2 de julho, em Brasília.  Ela acompanhou as discussões e deliberações do grupo de trabalho Meio Ambiente e Sustentabilidade. “A Conferência buscou promover um diálogo amplo e inclusivo sobre as questões que afetam a sustentabilidade do nosso planeta. Os 17 ODS, estabelecidos pela ONU em 2015, buscam enfrentar desafios globais como a pobreza, a desigualdade, a mudança climática e a degradação ambiental”, explica a professora.

Durante o evento, foram apresentadas propostas eleitas e sugeridas nas conferências estaduais, nas quais mais de 31 mil pessoas entre representantes do poder público e da sociedade civil se envolveram elegendo 727 delegados e produzindo mais de mil propostas. Dessas, 75 propostas foram aprovadas por votação popular e foram sistematizadas em eixos. “Em cada grupo de trabalho, os delegados discutiram, votaram e revisaram cinco propostas mais representativas. A proposta mais votada em cada grupo foi aprovada na grande plenária. Assim, 15 propostas seguem para serem implementadas pela Comissão Nacional dos ODS e todos os signatários. A do grupo que eu participei era referente a criar políticas públicas para enfrentar o ecocídio e a desterritorialização como processos racistas de  destruição massiva dos ecossistemas e das vidas dos povos do campo, das florestas, das águas e das cidades, povos e comunidades tradicionais.A proposta vem ao encontro do aumento dos desastres naturais que deixam as comunidades mais vulneráveis em situação de risco." 

 O IFSC é signatário do Movimento ODS desde 2015. “Os ODS representam ferramentas educativas e de gestão: auxiliam os alunos a entenderem os desafios atuais e se comprometerem como agentes ativos na sociedade; amparam as práticas administrativas e tomada de decisões pelos gestores; são temas geradores de pesquisa e permeiam as ações de extensão junto às comunidades”, explica a professora. 


 

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